segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Eterno...
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Que eu pense, que eu possa (...)
"Que eu possa respeitar opiniões diferentes da minha. Que eu possa me
desculpar antes do ódio. Que eu possa escrever cartas de amor de
repente. Que eu possa viajar para adorar a distância. Que eu possa
voltar para dizer o que não tive coragem. Que eu pense em meu amor ao
atravessar a rua. Que eu pense na rua ao atravessar o amor. Que eu dê
conselhos sem condenar. Que eu possa tomar banho de cachoeira. Que eu
seja a vontade de rir. Que eu possa chorar ao assistir filmes. Que eu
não seduza para confundir. Que eu seduza para iluminar. Que eu não
sacrifique a confiança pela covardia. Que eu tenha dúvidas, melhor do
que certezas e falir com elas. Que eu faça amizades falando do tempo.
Que eu possa amar mais sem contar as horas. Que eu use somente as
palavras que tenham sentido. Que eu prove a comida nas panelas. Que
transforme a raiva em vontade de me entender. Que eu possa soltar os
vaga-lumes que prendi em potes. Que eu me lembre de ser feliz enquanto
ainda estou vivo." quarta-feira, 6 de junho de 2012
O mundo e você
"Chorar não resolve, falar pouco
é uma virtude, aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoismo. Para
qualquer escolha se segue alguma consequência, vontades efêmeras não valem a
pena, quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com
certeza faz onze. Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível. Quem te merece
não te faz chorar, quem gosta cuida, o que está no passado tem motivos para não
fazer parte do seu presente, não é preciso perder pra aprender a dar valor, e
os amigos ainda se contam nos dedos. Aos poucos você percebe o que vale a pena,
o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado
nela. Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado, o tempo
sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são
imediatos." sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Lembranças e saudades
...
E a gente lembra. E já não dói mais. “Mas dá saudade”. Uma saudade que
faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e
meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive
tentando deixar pra trás...
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Acreditar: A arte para os fortes
São promessas que nunca serão cumpridas e coisas que nunca serão feitas. Acreditar na verdade do parceiro custa mundo hoje dia. Mas será que isso só acontece em relacionamentos sérios? Claro que não. Garotos prometem amar, sair, ligar, conversar e namorar com as meninas. Objetivo? Aumentar o ego, e espalhar para os amigos. Brincar com o sentimento de alguém não é uma coisa legal, isso tem lá seus prejuízos.sábado, 13 de agosto de 2011
E se amar fosse um crime?
"E se amar você é um crime, eu aceito a sentença. Porque amar você é um crime, um crime que compensa. E por amar você seja um crime, talvez eu viva para sempre como um fora da lei. Mas não vou viver fugindo, eu me rendo, me entrego, fico preso em teu sorriso, em teu olhar sincero (...)"
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A polêmica do celular

A Organização Mundial de Saúde (OMS), no dia 31 de maio, deu um alerta: pode causar câncer. O anúncio da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer classificou a radiação emitida pela antena do telefone celular como possivelmente cancerígena para humanos, o mesmo grupo de perigo em que gases emitidos por automóveis, chumbo e clorofórmio estão incluídos.
O estudo que motivou o anúncio relaciona o uso do celular ao aumento de tumores malignos e benignos no cérebro. Segundo a pesquisa, quem usou o aparelho por 30 minutos por dia durante 10 anos, apresentou 40% mais chances de desenvolver gliomas, tumor encefálico maligno e muito perigoso. Mas a divulgação já veio com uma ressalva: os resultados não são definitivos. Ainda não há nenhum caso de câncer comprovadamente causado por celular e faltam estudos epidemiológicos para comprovar a ligação da doença com o uso do aparelho.
Para Adilza Condessa Dode, doutora em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais, a classificação possivelmente cancerígena já basta para a adoção do chamado Princípio da Precaução, que diz que, se ainda não há certeza sobre danos que uma tecnologia causa à saúde, é melhor adotar medidas restritivas do que esperar até que aconteça o pior.
Adilza relacionou as mortes por câncer acontecidas em Belo Horizonte entre 1996 e 2006 com a proximidade da residência dos doentes a antenas de telefonia móvel: 93% dos casos das mortes ocorreram a até 500 metros de alguma antena. Foram analisados só casos de câncer que a literatura médica já sabe estarem relacionados à ação do campo elétrico gerado pela radiação, como de mama, pele, próstata, pulmão e fígado.
Adilza alerta que o problema da radiação do celular na verdade são dois: a alta radiação emitida quando o aparelho é usado para fazer ligações e o longo tempo de exposição a campos eletromagnéticos mais fracos criados pelo sistema de antenas de celulares, radares, rádios e TVs. Para a engenheira, a poluição eletromagnética é o maior problema ambiental do século 21, principalmente porque ainda não se tem certeza dos efeitos que ela pode causar.No Brasil, quem determina e fiscaliza os níveis de exposição a campos eletromagnéticos é a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ela define tanto a radiação máxima que um celular pode emitir quanto o valor máximo de campo eletromagnético que um conjunto de antenas pode gerar em área habitada.
Os valores adotados pela Anatel, em regulação de 2002, são os mesmos definidos pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não Ionizantes (Icnirp) e ainda indicados pela OMS. Segundo Agostinho Linhares de Souza, gerente especialista em regulação da Agência, todos os pontos de medição do país estão com os níveis de campo elétrico abaixo dos recomendados pela legislação dificilmente as medições atingem um sétimo do máximo permitido, 28 volts por metro, em locais onde a população está exposta a combinadas frequências.
A questão levantada pela OMS é se esses padrões são de fato seguros. E quanto tempo levará para revê-los antes que saúde pública seja afetada. Países como Suíça, Itália, Rússia e China já adotam parâmetros mais restritivos tanto para a emissão de radiação por aparelhos como celulares e roteadores, como para antenas de telefonia e radiodifusão. A cidade de Porto Alegre, por decreto municipal, também optou pela cautela e adotou padrões 100 vezes mais baixos que os recomendados pela lei federal.
Segundo Leeann Brown, porta-voz do Environmental Working Group, associação de pesquisadores sem fins lucrativos, a classe científica ainda não consegue determinar quais os padrões seguros de exposição a radiação, mas já é possível afirmar que os parâmetros atuais são altos demais e precisam ser revistos com urgência. Leeann acredita que apenas uma mobilização da população pode acelerar a mudança da legislação em cada país, já que as empresas de telecomunicações já sabem dos perigos, mas evitam falar sobre isso para não assustar os consumidores.
E o que acontece se os padrões forem mudados e as empresas forem obrigadas a diminuir a potência do sistema de telefonia? Em Paris e em Porto Alegre, cidades com legislações mais restritivas, os serviços mantiveram o padrão de qualidade. Agostinho Souza também acredita que quase nenhum impacto seria sentido pelos consumidores, pois os níveis de campo elétrico hoje vistos nos Brasil estão tão abaixo do limite que não seria problema se adequar a uma nova legislação.
PEGADINHA
Por muito tempo, vídeos de uma galera fazendo pipoca com seus celulares bombaram na internet. Todo mundo queria aprender a radiação da antena do celular para estourar uns grãos de milho. Mas isso é fisicamente impossível. Em um micro-ondas, as ondas agitam as moléculas de água até a pressão dentro do milho ser tanta que ele explode. Se celular fizesse isso, a água de nossas células ia ferver e os nossos dedos iam estourar. O método, portanto, não passa de um truque de edição. Para ver o vídeo, procure por Pop corn cell phones no YouTube.

